Metodologia da Condição Traçadora para Avaliação do Processo Assistencial de Pacientes com Sepse Grave e Choque Séptico

Sérgio Antônio Pulzi Júnior, Renato Ribeiro Nogueira Ferraz, Milton Soibelmann Lapchick

Resumo


Objetivo: Propor a análise gerencial do processo assistencial utilizando a sepse como doença traçadora de qualidade. Resultados: Foram avaliados retrospectivamente os prontuários de 18 pacientes de um único hospital público brasileiro. A adesão aos indicadores de qualidade do processo assistencial da sepse, propostos pela Surviving Sepsis Campaign, foi baixa: coleta de lactato = 22%; coleta de hemoculturas = 33%; administração de antibióticos = 28%; uso de expansores ou vasopressores = 72%; medida de pressão venosa central = zero; medida da saturação venosa central de oxigênio = 6%. Em nenhum caso houve realização conjunta de todos os itens mencionados. Houve permanência prolongada do paciente no pronto socorro antes da internação hospitalar, atraso na percepção e no diagnóstico da sepse e indisponibilidade imediata de leito de terapia intensiva para internação. Conclusão: O atendimento em sepse parece ser sensível à qualidade da prestação de serviços em saúde.

Palavras-chave


Saúde Pública; Gestão em Saúde; Qualidade dos Cuidados em Saúde; Avaliação em Saúde; Sepse.

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DOI: https://doi.org/10.5585/rgss.v6i2.308

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