O efeito da cinesioterapia e hidrocinesioterapia na dor, capacidade funcional e fadiga em mulheres com fibromialgia

Bárbara Samille Moreira de Sousa, Walber Tenório Sampaio, Mayleize Neves de Oliveira, Ana Denise Brandão, Elias Ferreira Porto, Cesário Bianchi, Claudia Kümpel

Resumo


Introdução: A Fibromialgia (SFM) é definida como uma síndrome clínica que se caracteriza por dor difusa pelo corpo todo. Objetivo: avaliar os efeitos da cinesioterapia no solo e da hidrocinesioterapia na melhora da dor, fadiga muscular, e capacidade funcional desses pacientes. Métodos: É um estudo prospectivo cegado, onde foram avaliadas 17 pacientes do sexo feminino com SFM, e divididas em dois grupos: grupo I (cinesioterapia), e grupo II (hidrocinesioterapia). Avaliados através da EVA, escala de Chalder e teste de caminhada de seis minutos. Resultados: Na avaliação da dor, a média da pré e pós reabilitação para Gi e GII foram 7,57±1,38 e 3,83±1,34 6,9±1,57 e 4,33±1,88 respectivamente. Quanto à capacidade funcional pré e pós reabilitação do GI foi 492,86±50,51 e 498,67±71,47. Para GII foi 460,30±46,09 546,17±56,16. Em relação a fadiga global pré pós reabilitação GI foi 3,5±0,5 e 1±1,5 do GII foi 3,5±0,5, e 2,5±0,95. Conclusão: Ambas as abordagens são eficazes no tratamento da SFM, porém, a cinesioterapia no solo foi mais eficaz na redução da dor e da fadiga. A melhora da capacidade funcional esteve mais relacionada a hidrocinesioterapia.


Palavras-chave


Fibromialgia; Fadiga; Hidroterapia.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v17n3.8010

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