Comportamento da variabilidade da frequência cardíaca e da capacidade funcional de acordo com o tempo de transplante renal

Camila Carolina Alves Andrade, Tuíra Oliveira Maia, Shirley Dias Bezerra, Lívia Gomes da Rocha, Helga Cecília Muniz de Souza, Patrícia Érika de Melo Marinho

Resumo


Introdução: Desequilíbrio autonômico, com aumento da atividade simpática e redução da parassimpática, pode ocorrer no transplantado renal, representando forte indicador de risco cardíaco. Objetivo: Avaliar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e a capacidade funcional dos transplantados renais de acordo com o tempo de transplante renal. Métodos: Série de casos envolvendo transplantados renais divididos em grupos de acordo com a mediana do tempo de transplante renal (158 meses). Foram avaliados a VFC através do Holter por 24 horas, o nível de atividade física (IPAQ) e o desempenho funcional (teste de caminhada de 6 minutos). Resultados: Os indivíduos comportaram-se diferentemente em relação à VFC e à capacidade funcional. No entanto, aqueles com maior tempo de transplante apresentaram maior VFC, eram menos ativos e variaram mais no desempenho funcional. Conclusão: O presente estudo constata a presença de diferenças individuais na VFC e no desempenho funcional entre os transplantados renais de acordo com o tempo de realização do TX.


Palavras-chave


Insuficiência Renal Crônica; Transplante de Rim; Sistema Nervoso Autônomo; Frequência Cardíaca; Uremia.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v17n4.8534

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