Inatividade física e fatores de risco para doenças crônicas em professores universitários

Bruno Alves Lira, Priscila de Souza, Daniel Junior de Oliveira Gomes, Ana Caroline Magalhães Maniçoba, Luciana Zaranza Monteiro

Resumo


 

Introdução: Os baixos níveis de atividade fisica estão relacionados com o aumento da ocorrência de doenças crônicas. Objetivos: Verificar a prevalência dos comportamentos de risco para doenças crônicas não transmissíveis e associar esses comportamentos com a  inatividade física de professores universitários de uma instituição privada na cidade de Brasília, DF, Brasil. Métodos: Participaram 285 professores universitários de uma instituição particular. Os dados foram coletados por meio de um questionário autoaplicável e o nível de atividade física foi avaliado pelo Questionário Internacional de Atividade Física. Resultados: A prevalência de baixos níveis de atividade física foi de 61,4%, onde os professores fisicamente inativos tinham menor consumo de frutas/verduras/legumes (RP:2,47;IC95%:1,28-3,18) e consumo excessivo de carne com gordura (RP:2,15;IC95%1,42-2,97), refrigerante (RP:2,02;IC95%:1,69-2,75) e álcool (RP:1,98;IC95%:1,22-2,86). Conclusão: Os professores apresentaram elevada prevalência de comportamentos de risco para doenças crônicas e a maioria deles foi classificada como insuficientemente ativos. Assim, sugere-se politicas públicas dentro da universidade para prevenção de doenças e melhora da qualidade de vida.



Palavras-chave


Exercício; Fatores de risco; Doença; Docentes.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v17n4.8748

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