Política de educação inclusiva portuguesa: Perceção dos alunos do 10º ano escolaridade em relação aos seus pares deficientes

Ernesto Martins Candeias

Resumo


Pretendemos abordar a política de inclusão dos alunos de necessidades educativas especiais (NEE) na base das perceções dos alunos ditos normais sobre os seus ‘pares’ deficientes. Norteamo-nos pelos seguintes objetivos: compreender como os alunos normais aceitam e percecionam os seus pares com NEE; conheceras respostas socioeducativas dos professores e da escola às NEE.Trata-se de um estudo de caso,de índole exploratório, analítico e descritivo, realizado em 2015,com alunos do 10.º ano de escolaridade, no Agrupamento de Escolas da raia portuguesa. Aplicámos as seguintes técnicas de recolha de dados: questionário aos alunos; entrevistas aos professores; observação documental e participante; notas de campo. Adotámos no tratamento de dados a triangulação. Os resultados confirmaram a boa relação entre escola inclusiva e pedagogia diferenciada, a convivência e relações interpessoais entre alunos. Houve integração normal dos alunos diferentes nos contextos da escola e sala de aula, reconhecendo-se a necessidade de mais apoios especializados e de orientação.


Palavras-chave


educação inclusiva; necessidades educativas especiais; pedagogia diferenciada; alunos deficientes; apoios educativos

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DOI: https://doi.org/10.5585/cpg.v16n2.7620

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