Língua estrangeira, direitos linguísticos e inclusão social

Clélia Barqueta, Marta Pragana Dantas

Resumo


Apresenta-se, por meio deste artigo, o projeto de extensão (PROBEX∕UFPB) “Direitos Linguísticos e Inclusão Social: oficinas de língua estrangeira para a Comunidade Maria de Nazaré”. Busca-se, por intermédio dessa ação, contribuir para uma formação cultural e cidadã das crianças e adolescentes do PETI da Comunidade Maria de Nazaré, por meio de ateliês de língua francesa e, ao mesmo tempo, engajar o aluno de Letras (habilitação em francês) numa reflexão sobre a prática pedagógica voltada para a problemática da inclusão social. A aquisição de uma língua estrangeira constitui-se num importante canal de acesso à informação e à cultura do Outro, principalmente num mundo onde a informação se processa em várias línguas. A opção pela pedagogia\fraseologia da positividade (Paulo Freire e Francisco Gomes de Matos) tem-se revelado um importante suporte para lidar com situações presentes nas oficinas. Por outro lado, entre os alunos de Letras que fazem parte do projeto, a utilização de diários reflexivos tem sido um importante instrumento para fomentar uma prática pedagógica reflexiva, contribuindo para o amadurecimento dos professores em formação. O resultado, ainda provisório, evidencia a importância de projetos que, como este, trabalhem a formação do professor de língua estrangeira numa perspectiva que favoreça a inclusão social.

Palavras-chave


Direitos linguísticos. Formação de professor. Língua estrangeira. Pedagogia da positividade

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.v8i2.1623

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