As ruínas de Laranjeiras (SE): arqueologia histórica e educação patrimonial em foco

Janaina Cardoso Mello, Cristina Valença Barroso

Resumo


As ruínas enquanto alegorias do fragmento, do incompleto, do edifício que não existe mais, contém a beleza da durabilidade e da efemeridade do vestigío, com uma fala e um saber incrustrado em suas pedras. São espaços de rememoração, implicando em sua conservação e consolidação. Frente aos esquecimentos das transformações contemporâneas as ruínas sofrem depredações pela ação do tempo ou de banalizações humanas individuais ou institucionais (demolição ou restauração). Ao estudar a cultura material a arqueologia histórica pretende reconstituir e compreender a relação das pessoas com o ambiente social de Laranjeiras (SE). A educação patrimonial com pesquisas e trabalhos de campo nas ruínas pauta-se na noção de que para a preservação desse corpus material é necessária a conscientização da população. Esse artigo busca discutir os princípios da arqueologia histórica, a intervenção humano/temporal nas ruínas e as ações para a preservação, conservação, manutenção e concientização dos bens patrimoniais urbanos.

Palavras-chave


ruínas; consolidação; educação patrimonial

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.N14.2716

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