Do sabor da escrita à aventura da leitura, o ensino com Roland Barthes

Rodrigo Fontanari

Resumo


Este artigo pretende apresentar uma reflexão mais ampla da leitura e da escrita a partir da perspectiva do semiólogo e crítico literário francês Roland Barthes a  respeito, notadamente, do discurso do professor. Contrapõe-se a este modelo didático aquele outro praticado no espaço do seminário barthesiano, enfatizando-se os trabalhos do período letivo de 1962-1978, na École Pratique des Hautes Études en Science Sociales.  

Palavras-chave


Roland Barthes; Escrita; Leitura; Ensino

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.N26.7358

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