A “modernidade moderna” de Brasília no sertão riobaldiano

Estevão Monti

Resumo


Para o Padre Henrique Vaz, vivemos a “modernidade moderna”, cujos traços filosóficos fundamentais se definiram com Descartes no século XVII. A partir daí, vieram os desastres ecológicos, o distanciamento entre pobres e ricos, resultado da mundialização econômica e do anúncio de uma pós-modernidade. No entanto, a fidelidade ao conceito de Henrique Vaz confirma que o sistema das razões predominantes na sociedade e que é definidor da “modernidade moderna”, continua mais forte do que nunca. O teólogo suíço Francis A. Schaeffer (1985) imagina essa tendência como uma escada, cujos degraus superiores lançam as novidades do pensar e, sucessivamente, e em tempos diferentes, os mais baixos as acolhem. Nessa escada, a Semana de Arte Moderna de 1922 e Brasília são expressões genuínas no degrau da arte da “modernidade moderna” brasileira e da “bastilha” que representou a ocupação da Nova Capital e a reação da cultura geral a essa modernidade.

Palavras-chave


Arte moderna. Arquitetura moderna. “Modernidade moderna”. Sertão. Sustentabilidade cultural.

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DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.v5i0.890

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