INDIVÍ­DUO, POLÍ­TICA E FORMAÇÃO CULTURAL: A DERROTA DO PENSAMENTO E DA EXPERIÊNCIA

Carlos Antônio Giovinazzo Júnior

Resumo


Neste artigo, são propostas algumas reflexões acerca dos modelos de formação cultural predominantes na sociedade contemporânea, marcada pela racionalidade instrumental e técnica. Por meio da apresentação de algumas concepções de Herbert Marcuse e de Theodor W. Adorno sobre história, dialética, razão e experiência, destaca-se a necessidade de revisão das formas de atuação política, tendo em vista o caráter conservador do capitalismo tardio. Nesse sentido, sugere-se que a dialética marxista seja reavaliada à luz de conceitos tais como negação e escolha determinadas, e que o processo histórico seja considerado campo de possibilidades, a partir do binômio continuidade-ruptura. Também são abordadas as conseqüências do tipo de racionalidade vigente, em que prevalecem as falsas necessidades, ou seja, aquelas impostas; e a cisão entre pensamento e experiência, atuante na formação cultural dos indivíduos, de maneira que impeça a sua autonomia, o que, conseqüentemente, repercuti na ação política.

Palavras-chave


Dialética. Escola de Frankfurt. Formação cultural. Teoria crítica da sociedade.

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DOI: https://doi.org/10.5585/remark.v6i1.142

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