A Regionalização dos Exames de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética no Estado de Pernambuco nos anos de 2008 e 2012.

Fernando Castim Pimentel, Luciana Venâncio Santos Souza, Ricardo Ernestino da Silva, Juliana Leão Pontes

Resumo


A universalização do acesso aos serviços de saúde reforça o desafio de garantir à população a assistência de média e de alta complexidade, devido a diversas dificuldades, em especial à enorme concentração desses serviços em poucos municípios, além da completa inexistência de determinados serviços de alta complexidade em diversas regiões. Nesse sentido, o presente artigo tem como objetivo analisar o processo de Regionalização de exames de alta complexidade – Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética – no estado de Pernambuco, nos anos de 2008 e 2012. Foi realizado um estudo ecológico, descritivo, utilizando fontes de dados secundários provenientes dos sistemas de informação em saúde de base nacional. Constatou-se um aumento da oferta de exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética nos municípios do interior do estado (148,7%) em comparação com a I Região de Saúde (62,9%) entre os anos de 2008 e 2012. Além disso, observou-se um aumento significativo (p<0,001) na relação de exames/10.000 hab. em sete regiões de saúde do estado de PE, redução da invasão na I Região de Saúde e redução da evasão em outras regiões. Apesar das evidências, a oferta ainda não foi desconcentrada em algumas regiões, sendo necessário investimento da gestão estadual nessa ação.


Palavras-chave


Sistema Único de Saúde. Regionalização. Tomografia Computadorizada. Imagem por Ressonância Magnética.

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DOI: https://doi.org/10.5585/rgss.v4i2.135

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