Coordenação motora de idosas

Juliana Izabel Katzer, Danielle Ledur Antes, Sara Teresinha Corazza

Resumo


Introdução: O envelhecimento causa alterações físicas, motoras e cognitivas nas pessoas. Para minimizar esses efeitos, o idoso deve manter-se ativo fisicamente e assim melhorar os elementos motores fundamentais, como a coordenação motora, para garantir boas condições de saúde. Objetivo: Avaliar a coordenação motora de idosas praticantes e não praticantes de exercícios físicos. Métodos: Participaram 50 idosas, com idade média de 65,91±2,05 anos, sendo 25 ativas (G1); e 25, não ativas (G2). Para avaliar a coordenação motora, utilizou-se o teste de habilidades manuais de Andreotti e Okuma5. Resultados: Os tempos médios para executar a tarefa foram 7,72±1,79 segundos (G1) e 9,28±2,51 segundos (G2). O teste de coordenação motora apresentou diferença significante (Z= -2,354, p<0,02) entre os grupos. Conclusão: As idosas fisicamente ativas (G1) apresentaram desempenho superior na execução da tarefa, o que evidencia os benefícios da prática regular de exercícios físicos para a manutenção dos elementos de uma estrutura motora básica.

Palavras-chave


Atividade motora; Desempenho psicomotor; Destreza motora; Envelhecimento; Exercício físico.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n1.3085

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