Adição de exercício resistido durante treino aeróbio prolonga a duração da hipotensão pós-exercício

Francisca Marajany Sousa Costa, Marcelo Magalhães Sales, João Bartholomeu Neto, Rafael Reis Olher, Yasmim Santiago Araujo, Claudio Oliveira Assumpção, Thiago Mattos Frota Souza, Ricardo Yukio Asano

Resumo


Objetivo: Analisar a adição de exercícios resistidos em treino aeróbio na hipotensão pós-exercício (HPE). Métodos: Nove normotensos, do sexo masculino, entre 20 e 35 anos de idade, participaram do estudo realizando duas sessões experimentais em cicloergômetro: (1) exercício aeróbio em cicloergômetro (62% e 68% da frequência cardíaca [FC] de reserva) (S1); (2) treino igual ao da S1, porém com incremento de flexão de cotovelo (S2). Ambas as sessões tiveram duração de 20 minutos. Resultados: A pressão arterial sistólica na S2 (repouso = 122,6 ± 2,7 – 30 recuperação = 108,8 ± 2,2 – 45 recuperação = 110,8 ± 2,4 mmHg e 60 recuperação = 107,3 ± 7,3) apresentou HPE por tempo mais prolongado que S1 (repouso = 121,7 ± 3,9 – 15 recuperação = 112,2 ± 2,8 – 30 recuperação = 108,1 ± 2,8 mmHg). Conclusão: Os resultados sugerem que a duração da HPE parece ser dependente da quantidade de unidades motoras envolvidas.

Palavras-chave


Exercício aeróbio; Hipotensão; Musculação.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v13n1.4688

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