Evolução dos Custos Médico-Hospitalares de Planos Privados de Assistência à Saúde no Brasil

Aline Bento Ambrosio Avelar, Antonio Sergio da Silva, Nuno Manoel Martins Dias Fouto

Resumo


O Brasil alcançou uma taxa de cobertura nacional de planos de saúde privados de assistência médica em torno de 24,5% em junho de 2017 (47.383.248). Entretanto, se observa uma queda de 6,4% no número de beneficiários em relação dez/2014 (50.409.378). Esta pesquisa analisa a evolução dos custos das operadoras médico-hospitalares brasileiras de planos privados de assistência à saúde (administradora de benefícios, autogestão, cooperativa médica, filantropia, seguradora especializada em saúde e medicina de grupo) no período entre 2003 e 2016, sob a perspectiva das variações do custo médio e da sinistralidade (taxa de utilização de recursos e de serviços). Foram usados dados públicos disponíveis nas páginas eletrônicas do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), da Agência Nacional de Saúde e do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA). Neste período se observou que o crescimento da inflação médica no Brasil foi superior à inflação geral e que a sinistralidade permanece em níveis elevados (média geométrica de 81,87%). Isto é, houve um crescimento do custo médio junto com a produção.

Palavras-chave


Custos; Sinistralidade; Operadora médico-hospitalar

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DOI: https://doi.org/10.5585/rgss.v7i1.381

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