Estudo da resistência cicatricial cutânea de ratos tratados com fototerapia a laser

Kelsyanne de Castro Carvalho, Renata Amadei Nicolau, Antônio Luis Martins Maia, Paulo Roxo Barja, Hoctávio Pereira de Sá, Luanna Anielle Evangelista do Santo, Gilvânia Melo da Rocha

Resumo


Introdução: Terapia com laser tem sido amplamente estudada por seu efeito cicatrizante; contudo, poucos estudos foram desenvolvidos avaliando resistência à tensão pós-fototerapia. Objetivo: Analisar a tensão cicatricial em incisões cutâneas de ratos, após terapia laser (InGaAlP-670nm). Método: Vinte ratos Wistar, divididos em dois grupos (placebo/irradiado), sofreram incisão cutânea no dorso. O grupo irradiado recebeu dose de 6J/cm2 e no grupo placebo o equipamento manteve-se desligado. Após sacrifício, em três e sete dias pós-cirurgia, amostras de pele foram submetidas à análise tênsil-histológica. Resultados: Observou-se diferença significante na força de ruptura intergrupos, assim como tendência de diminuição na deformação máxima, porém sem expressividade estatística. Ocorreu redução do infiltrado inflamatório e aceleração de fibroplasia e angiogênese, compatíveis com elevação da síntese de colágeno na área das lesões no grupo irradiado. Conclusão: A terapia com laser de baixa intensidade aumenta a resistência tênsil da pele, melhorando a resposta reparacional, reduzindo riscos de deiscência e complicações pós-cirúrgicas.

Palavras-chave


Cicatrização de feridas; Lasers; Pele.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i2.2267

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