A influência da terapia assistida por animais na funcionalidade de uma criança com diplegia espástica: um estudo de caso

Laura Guerra Zago, Alenia Varela Finger, Fabiana Maria Kintschner

Resumo


Introdução: O diplégico espástico apresenta uma série de comprometimentos funcionais devido à condição física que lhe é imposta, principalmente em membros inferiores. A Terapia Assistida por Animais (TAA), na qual o principal componente da equipe é o animal, começa a se destacar, apesar de ser um recurso terapêutico ainda pouco pesquisado. Objetivo: Neste estudo, objetivou-se verificar a influência da TAA na sua funcionalidade. Método: Realizou-se um trabalho qualiquantitativo, caracterizado por um estudo de caso, com uma criança diplégica espástica. Para mensuração dos resultados, aplicaram-se ao cuidador da criança o questionário Pediatric Evaluation of Disability Inventory (PEDI) e uma entrevista semiestruturada. A evolução da criança foi registrada em diário de campo pelos pesquisadores. Resultados: Ao término do estudo, identificou-se uma melhora funcional nos quesitos de autocuidado, mobilidade e função social. Conclusão: Percebeu-se que a TAA é um recurso terapêutico lúdico e estimulante, capaz de proporcionar melhor desempenho das atividades funcionais da criança.

Palavras-chave


Diplegia Espástica; Fisioterapia; Terapia assistida por animais.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i3.2720

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