Uso da ventilação não invasiva em hospital de alta complexidade: fatores associados ao sucesso ou à falência

Lívia Maria Mendonça Ferreira, Francisco Assis Vieira Lima Júnior, Bruna Maiara Helena da Silva, Ivan Daniel Bezerra Nogueira, Patrícia Angélica de Miranda Silva Nogueira

Resumo


Introdução: A ventilação não invasiva (VNI) reduz a necessidade da intubação em pacientes com insuficiência respiratória aguda. No entanto, é necessário o reconhecimento dos fatores que predizem o sucesso ou o fracasso da VNI. Objetivo: Avaliar os fatores determinantes de sucesso e/ou falência da VNI em unidade de terapia intensiva (UTI). Métodos: Foram avaliados 27 pacientes submetidos à VNI, em um período de quatro meses. Registraram-se dados clínicos, parâmetros fisiológicos, características da utilização da VNI e permanência hospitalar. Resultados: Selecionaram-se 18 pacientes, divididos em dois grupos, sucesso (G1) e falência (G2) à VNI. Dos participantes que fizeram uso da VNI, 61,2% evoluíram com sucesso. Houve diferença significativa entre os grupos quanto à frequência cardíaca (p=0,03), pressão arterial (p=0,03) e Escala de Coma de Glasgow (p=0,04). Conclusão: Variáveis, tais como frequência cardíaca, pressão arterial sistêmica e escala de coma de Glasgow, podem determinar o sucesso ou falência à utilização da VNI.

Palavras-chave


Insuficiência Respiratória; Respiração Artificial; Resultado de tratamento; Unidades de terapia intensiva.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n2.3370

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