Perfil dos pacientes com DPOC que melhoram a capacidade de exercício após treinamento

Gabriela de Andrade e Nobrega, Gianna Waldrich Bisca, Andrea Akemi Morita, Igor Lopes de Brito, Débora Rafaelli de Carvalho, Josiane Marques Felcar, Nidia Aparecida Hernandes, Fábio Pitta, Vanessa Suziane Probst

Resumo


Introdução: Fatores associados à melhora no incremental shuttle walking test (ISWT), em pacientes com DPOC não estão claros. Objetivo: Identificar o perfil dos pacientes com melhor desempenho no ISWT após treinamento físico. Métodos: Quarenta e dois pacientes com DPOC foram separados em dois grupos: melhora (GM) no ISWT (≥20 metros) e não melhora (GNM). Foram avaliados: espirometria, ISWT, teste da caminhada de seis minutos (TC6min), sensação de dispneia, dados antropométricos e de gravidade da doença. Resultados: Após treinamento, houve melhora na distância do ISWT (P=0,03). O GM apresentou pior desempenho no ISWT (P<0,0001) e maior sensação de dispneia (P=0,04) antes do treinamento. Os integrantes do GM e do GNM não apresentaram diferenças em relação aos dados antropométricos, bem como de gravidade da doença. Conclusões: Pacientes com mais sintomas e pior desempenho no ISWT inicial parecem ser os que mais melhoram sua capacidade máxima de exercício após treinamento físico.

Palavras-chave


Doença pulmonar obstrutiva crônica; Esforço físico; Exercício.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v14n2.5409

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