Citotoxicidade in vitro de extratos de arnica brasileira (Solidago microglossa) e arnica paulista (Porophyllum ruderale)

Manoela Domingues Martins, Marcia Martins Marques, Sandra Kalil Bussadori, Raquel Agneli Mesquita-Ferrari, Vanessa Christina Santos Pavesi, Nilsa Sumie Wadt, Kristianne Porta Fernandes

Resumo


Um fitoterápico muito utilizado na clínica médica é arnica, que tem ações analgésicas, anti-inflamatórias e cicatrizantes, na forma tópica ou de tintura no tratamento de golpes, contusões, hematomas, distensões, edemas e ferimentos em geral. Neste estudo, avalia-se a citotoxicidade do extrato de arnica brasileira (Solidago microglossa) e paulista (Porophyllum ruderale) em excipiente para utilização em úlceras bucais sob fibroblastos de mucosa bucal humana (FMM1) cultivados. Os FMM1 foram mantidos por 24 horas em contato com os meios condicionados com arnica paulista e brasileira. A análise da citotoxicidade foi realizada pelo método do MTT. Os resultados foram comparados pelo método ANOVA, complementado pelo teste de Tukey, considerando p≤0,05. As substâncias analisadas mostraram-se biocompatíveis, apresentando atividade mitocondrial similar à do controle. Concluímos que os extratos são biocompatíveis in vitro com fibroblastos da mucosa bucal humana e devem ser realizados testes in vivo para analisar sua ação anti-inflamatória e reparadora.

Palavras-chave


Arnica brasileira; Arnica paulista; Porophyllum ruderale; Solidago microglossa; Teste de materiais; Viabilidade celular.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v8i1.1457

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