O efeito do tempo de duas diferentes técnicas de alongamento na amplitude de movimento

Simone Alves da Silva, Denílson José de Oliveira, Márcio José Nunes Jaques, Rodrigo Cappato de Araújo

Resumo


OBJETIVOS: Avaliar qual técnica de alongamento muscular confere maior ganho de flexibilidade dos músculos isquiotibiais. MÉTODO: Sessenta voluntários de ambos os sexos, com idade entre 18 e 29 anos foram divididos aleatoriamente em seis grupos: G0 – grupo controle, G1 – alongamento estático por 1 minuto; G3 – alongamento estático por 3 minutos; G5 – alongamento estático por 5 minutos; FNP3 – 3 séries de alongamento hold-relax e FNP6 – 6 séries hold-relax. A amplitude de movimento de extensão ativa do joelho foi avaliada antes e após cada sessão e antes e dois dias após término do treinamento, que foi realizado por cinco dias consecutivos. Para a análise dos dados foram utilizados os testes ANOVA post hoc Newman-Keuls. RESULTADOS: Verificou-se que somente os voluntários dos grupos G3, G5 e FNP6 apresentaram ganhos significativos de flexibilidade em relação ao grupo controle. CONCLUSÕES: Os resultados sugerem que independente da técnica aplicada, o tempo de manutenção parece ser o fator chave para o ganho de flexibilidade, devendo este ser de no mínimo três minutos.

Palavras-chave


Alongamento; Flexibilidade; Músculo.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i1.2122

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