Avaliação do movimento mandibular em crianças com e sem disfunção temporomandibular

Beatriz Guimarães Ribeiro, Joelma Magalhães da Costa, Cid André Fidelis de Paula Gomes, Yasmin El Hage, Éric Edmur Camargo Arruda, Tabajara de Oliveira Gonzalez, Fabiano Politti, Daniela Aparecida Biasotto-Gonzalez

Resumo


Introdução: O movimento mandibular corresponde à funcionalidade do sistema estomatognático e sua avaliação pode contribuir como comparativo entre crianças com e sem Disfunção Temporomandibular (DTM). Objetivo: Avaliar o movimento mandibular de crianças de 6 a 10 anos com e sem disfunção. Métodos: Para avaliação do movimento mandibular, utilizou-se um paquímetro digital, e para distribuição dos grupos usou-se o questionário de Fonseca. As crianças foram divididas em dois grupos: Grupo 1 (G1) sem DTM, e Grupo 2 (G2) com DTM. Resultados: Na comparação da abertura bucal entre grupos, o G1 apresentou abertura de 42,74 mm; e o G2, de 42,79 mm; e entre os gêneros, o gênero masculino obteve abertura de 42,36 mm, e o feminino, 43,28 mm. Conclusão: A medida da abertura bucal não demonstrou diferença estatisticamente significante entre os grupos com e sem disfunção, assim como entre os gêneros, mesmo o gênero feminino apresentando maior amplitude que o masculino.

Palavras-chave


Amplitude de movimento articular; Articulação temporomandibular; saúde da criança. Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10n4.3040

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