Análise eletromiográfica durante sessões de equoterapia em praticantes com paralisia cerebral

Ana Paula Espindula, Mayara Simões, Iramaia Salomão Alexandre de Assis, Mariane Fernandes, Alex Abadio Ferreira, Patrícia Fonseca Ferraz, Isabella Cardoso Cunha, Mara Lúcia da Fonseca Ferraz, Luciane Aparecida Pascucci Sande de Souza, Vicente de Paula Antunes Teixeira

Resumo


A equoterapia destaca-se como forma de tratamento para indivíduos com Paralisia Cerebral (PC). Objetivo: Verificar o efeito do tipo de montaria na atividade muscular em portadores de PC. Métodos: Avaliaram-se três praticantes com PC por eletromiografia, durante quatro sessões de equoterapia, utilizando-se, em cada sessão, uma condição de montaria. Realizou-se análise estatística descritiva com valores de média e desvio-padrão dos RMS normalizado. Resultados: O músculo trapézio esteve sempre ativo, nas posições sentado inicial e final, em todas as condições de montaria, exceto na sela sem apoio dos pés. Nos três momentos avaliados durante as sessões, observa-se que, nas montarias com manta, a atividade do trapézio também foi alta, comparada com a dos demais músculos. O apoio dos pés permitiu ativação mais homogênea dos músculos de tronco avaliados, quando comparado à ausência do apoio. Conclusão: Usar sela com pé no estribo foi a melhor opção para tratamento equoterapêutico dos hemiparéticos avaliados.

Palavras-chave


Eletromiografia; Equoterapia; Paralisia Cerebral.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n4.3276

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