Dissociação do polimorfismo do gene da enzima conversora de angiotensina com a força, volume e qualidade muscular em mulheres sedentárias

Ramires Alsamir Tibana, Dahan Cunha Nascimento, Martim Bottaro, Vinícius Carolino de Souza, Guilherme Borges Pereira, Jonato Prestes

Resumo


Introdução: A força e a massa muscular refletem a interação entre fatores ambientais e elementos genéticos. Objetivo: Analisar a influência do genótipo da enzima conversora de angiotensina (ECA) sobre a força, volume, qualidade e massa muscular total em mulheres brasileiras de meia idade sedentárias. Métodos: A amostra foi composta por 32 mulheres, separadas em dois grupos em razão do polimorfismo I/D e submetidas à avaliação da força muscular, mensuração do volume muscular do quadríceps e bíceps por meio da ultrassonografia, qualidade muscular do bíceps e quadríceps e massa muscular total. Resultados: Não foram observadas diferenças na força muscular, no volume, na qualidade muscular do quadríceps e bíceps e na massa muscular total. Conclusão: Os resultados deste estudo não demonstraram um papel importante do polimorfismo no gene da ECA na determinação dos fenótipos da força, volume e qualidade muscular de mulheres sedentárias de meia idade.

Palavras-chave


Força muscular; Genética; Polimorfismo; Ultrassonografia.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v13n3.4690

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