O intenso e vazio viver maníaco-melancólico

Milva Natali Aparecido, Lucélia Albuquerque Corrêa

Resumo


Introdução: A experiência maníaco-melancólica é marcada pelo sofrimento, restrição e perda da liberdade em seu modo-de-ser-no-mundo. É comum atitudes de estranhamento, afastamento não só da pessoa que vive essa experiência, como dos entes ao seu redor. Objetivos: Buscar uma aproximação entre a Mania e a Melancolia, considerando algumas similaridades na vivência dos existenciais como a espacialidade, a temporalidade, a corporeidade e a afinação. Métodos: Realizou-se uma revisão bibliográfica acerca da vivência maníaco-melancólica, pautada nos pressupostos do referencial fenomenológico: Existencial. Resultados: Percebemos em ambas experiências um não desdobramento do tempo, uma não realização das possibilidades futuras, um não relacionamento com as coisas do mundo e uma perda de projeção da corporeidade no mundo.Conclusão: A Mania e a Melancolia são compreendidas não como uma doença, mas como um modo de ser no mundo em que a liberdade de escolhas de vir a ser encontra-se limitada.

Palavras-chave


Fenomelogia-existencial; Mania; Melancolia.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i3.1940

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2010 ConScientiae Saúde

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Conscientiae Saúde
ISSN: 1677-1028
e-ISSN: 1983-9324
www.conscientiaesaude.org.br

Conscientiae Saúde ©2020 Todos os direitos reservados.