Força muscular respiratória em idosas hipertensas fisicamente ativas e sedentárias

Lidiane Karielle Bessa, Ivan Daniel Bezerra Nogueira, Flávio Emanoel Souza de Melo, Ridyuane Narah Imperiano dos Santos, Mariane dos Santos Fonseca, Patrícia Angélica de Miranda Silva Nogueira

Resumo


Introdução: O envelhecimento relaciona-se ao aumento da incidência da hipertensão arterial sistêmica, bem como à diminuição da força muscular respiratória. Objetivo: Comparar a força muscular respiratória entre idosas hipertensas fisicamente ativas e sedentárias. Métodos: A amostra foi composta por 53 idosas, hipertensas, classificadas em dois grupos mediante aplicação do Questionário Internacional de Nível de Atividade Física (IPAQ): grupo sedentárias – G1 (n=31) e grupo ativas – G2 (n=22). Cada voluntária foi avaliada quanto à pressão inspiratória máxima (PImáx) e pressão expiratória máxima (PEmáx). Os resultados foram comparados entre os grupos, adotando-se como significativo um p <0,05. Resultados: Os valores da PImáx/ PEmáx foram maiores (p=0,04 e p=0,01, respectivamente) no grupo G2 (57,09±14,04 cmH2O/ 83,13±18,43 cmH2O), quando comparados aos do G1 (49,83±9,08 cmH2O/ 71,41±14,26 cmH2O). Conclusão: Verificou-se que as idosas hipertensas fisicamente ativas apresentaram valores de pressões respiratórias máximas superiores àqueles encontrados nas idosas hipertensas sedentárias.

Palavras-chave


Envelhecimento; Exercício; Hipertensão; Músculos respiratórios; Sedentarismo.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v14n1.5239

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