Utilização de rampa de acesso na marcha da diparesia espástica assimétrica: relato de caso

Tainá Ribas Mélo, Elis Tamiris Bichman, Vera Lúcia Israel

Resumo


Introdução: A diparesia ou diplegia espástica caracteriza o tipo de Paralisia Cerebral (PC) com acometimento predominante de membros inferiores e da função locomotora, sendo rampas utilizadas como forma de acessibilidade. Objetivo: caracterizar as variáveis cinemáticas de membros inferiores de uma criança com diparesia assimétrica e suas implicações funcionais pela perspectiva da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde-Crianças e Jovens (CIF-CJ). Metodologia: foi realizada análise tridimensional da marcha de uma criança com diparesia assimétrica de 10 anos e de uma com desenvolvimento típico de 12 anos. Resultados: as variáveis lineares foram pouco influenciadas pelo padrão assimétrico. Para as angulares o padrão assimétrico dificultou a progressão do corpo durante a marcha; o membro inferior esquerdo (MIE) com hiperextensão de joelho se aproximou mais do padrão de marcha típica do que o membro inferior direito (MID) em flexão de joelho. Conclusão: Essas características influenciam a capacidade de mobilidade da criança, evidenciadas pela CIF-CJ, mas que podem ser amenizadas por fatores ambientais (rampa).

Palavras-chave


Paralisia cerebral; Marcha; Acessibilidade; CIF.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v15n3.6577

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2016 ConScientiae Saúde

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Conscientiae Saúde
ISSN: 1677-1028
e-ISSN: 1983-9324
www.conscientiaesaude.org.br

Conscientiae Saúde ©2020 Todos os direitos reservados.