Nova economia institucional: vertentes complementares

Cleiciele Albuquerque Augusto, José Paulo Souza, Silvio Antonio Ferraz Cario

Resumo


O objetivo neste artigo foi compreender como os pressupostos teóricos do nível micro analítico da Nova Economia Institucional (NEI), abrangendo notadamente a Economia dos Custos de Transação (TCT) e a Economia dos Custos de Mensuração (ECM), associados à Visão Baseada em Recursos (VBR), podem ser considerados na compreensão dos limites da firma. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, os resultados demonstraram que, ao se analisar conjuntamente essas abordagens, fica evidente que a posse e sustentação de recursos estratégicos (VBR) caracteriza direito de propriedade que necessita ser protegido por mecanismos legais (ECT e ECM), capazes de minimizar a sua perda de valor e garantir direitos de propriedade. Conclui-se que, em última instância, a sustentação de vantagens competitivas se dará através de estruturas que considerem a presença de ativos específicos (ECT), sua mensurabilidade (ECM) e a sua condição de competitividade (VBR).

 

DOI:10.5585/riae.v13i1.2036


Palavras-chave


Administração; Estratégia; Estrutura de Governança

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DOI: https://doi.org/10.5585/ijsm.v13i1.2036

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