Patentes de Células-Tronco: Um Olhar Bioético

Carmen Lúcia Costa Brotas

Resumo


O trabalho visa, a partir de uma análise bioética, evidenciar a impossibilidade de patenteamento de células-tronco em virtude desta não se enquadrar no conceito de invenção, sendo, na verdade, mera descoberta. Adverte-se ainda para tendência de ordenamentos alienígenas quanto à releitura dos critérios de patenteabilidade. Por fim, ainda que inadmitida esta proteção jurídica para as células-tronco, destaca-se que sendo estas permitidas há que constar nas legislações que regem a matéria a necessidade do consentimento livre dos doadores destas unidades celulares.

Palavras-chave


Patente; Célula-tronco; Consentimento livre

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DOI: https://doi.org/10.5585/rtj.v3i1.115

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Revista Thesis Juris

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