Hipertrofia do miocárdio e alteração hemodinâmica em ratos expostos à fumaça de cigarro

Dermeval Reis Junior, Danilo Sales Bocalini, Ednei Luiz Antonio, Ricardo Tonicelo, Andrey Jorge Serra, Luiz Carlos de Abreu

Resumo


Introdução: É previsto que o fumo promova alterações morfofuncionais no miocárdio; entretanto, são obscuros os mecanismos atuantes. Objetivos: Visa-se avaliar as influências morfofuncionais cardíacas da fumaça de cigarro em ratos. Métodos: Utilizaram-se ratos Wistar machos, divididos nos grupos: F, fumante (n=10), submetidos à fumaça de cigarros e C, controle (n=10), ao ar ambiente, duas vezes ao dia, oito semanas consecutivas. Mediram-se parâmetros biométricos e hemodinâmicos. Resultados: O F teve menor ganho de peso corporal e massa miocárdica absoluta (1014 ± 31 mg) e indexada (2,60 ± 0,07 mg/g) maiores comparados ao C (770 ± 12 mg e 2.2 ± 0,04 mg/g, nesta ordem). A +dP/dt foi maior em F (15870 ± 188 mmHg/s) versus C (12800 ± 78 mmHg/s). Conclusão: Verificou-se que ratos expostos ao fumo crônico tiveram tendência à atenuação no ganho de peso corpóreo, miocárdio hipertrofiado e aumento da +dP/dt ventricular esquerda.

Palavras-chave


Fumo; Hemodinâmica; Miocárdio; Monóxido de carbono.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i4.2586

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