Drenagem torácica na mecânica respiratória e função autonômica no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Letícia Lima de Santana, Paula Pereira Leal, Ana Cristina Gimenes, Gerson Cipriano Junior, Jose Honório Palma da Fonseca

Resumo


Objetivou-se avaliar a influência da drenagem torácica, sob aspiração negativa, na mecânica pulmonar e função autonômica cardíaca no pós-operatório imediato de cirurgia cardíaca. Nesta pesquisa, caracterizada como uma coorte prospectiva com seis indivíduos foram avaliadas a mecânica respiratória (complacência e resistência) e variabilidade da freqüência cardíaca, analisadas durante fase 1 com aspiração contínua e fase 2 sem aspiração. Os dados foram analisados utilizando teste “t” de Student pareado. A complacência verificada na fase 1 (42,48±10,56), não apresentou diferença quanto a fase 2 (42,29±10,45) (P=0,79). Já a resistência demonstrou tendência de redução da fase 1 (0,08±0,060) para fase 2 (0,06±0,054) (P=0,076). Os índices de variabilidade demonstraram tendência de elevação na atividade parassimpática e redução simpática na mudança da fase 1 para 2. Concluiu-se que uso da aspiração negativa inferiu tendência de piora na resistência pulmonar e automatismo cardiovascular. Outros estudos devem ser conduzidos para confirmar a hipótese.

Palavras-chave


Cirurgia torácica; Drenagem; Fenômenos Fisiológicos Cardiovasculares; Mecânica respiratória; Sistema Nervoso Autônomo.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v7i4.1420

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