Ação broncodilatadora do formoterol após 15 dias de tratamento em um paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

Fernando Sergio S. Leitão Filho, Sérgio Roberto Nacif, Julio César Mendes de Oliveira, Luís Vicente Franco Oliveira

Resumo


A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) provoca limitação do fluxo aéreo, levando não só ao aumento da resistência das vias aéreas, mas também à elevação dos volumes pulmonares estáticos, o que é conhecido como hiperinsuflação estática. Em vista disso, os sintomas de DPOC incluem dispneia, tipicamente agravada por esforços e, às vezes, associada a tosse e produção de escarro. O tratamento é realizado com a utilização de broncodilatadores, preferencialmente os inalatórios, de modo que alivie o tônus da musculatura lisa brônquica, reduzindo assim a resistência das vias aéreas e a hiperinsuflação. Um dos broncodilatadores mais utilizados no manejo da DPOC é o formoterol, considerado um beta2-agonista de longa-duração. Neste relato de caso, mostra-se o impacto extremamente positivo desse medicamento em um paciente com DPOC, avaliado por testes de função pulmonar, apenas 15 dias após o início de seu uso.

Palavras-chave


DPOC; Formoterol; Hiperinsuflação.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v8i2.1643

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