Suicídio e ato falho: considerações psicanalíticas acerca de suicídios acidentais

Kelly Cristina de Lima, Miriam Ximenes Pinho

Resumo


OBJETIVOS: Busca-se, por meio desse trabalho, estudar o suicídio e sua relação com atos acidentais, tendo como base um referencial psicanalítico e, como fonte principal de discussão, o ensaio Sobre a psicopatologia da vida cotidiana, escrito por Freud em 1901. MÉTODO: Para tanto foi realizada uma pesquisa bibliográfica acerca do ato suicida associado a casos de acidentes ou imprevistos. RESULTADOS: Esse estudo abordou, principalmente, os atos falhos nas ações como fenômenos relacionados à idéia de autopunição, autocensura e/ou autoinfligimentos ocasionados por sentimentos impulsivos inconscientes de repreensão. CONCLUSÕES: A partir da discussão de alguns casos apresentados pelo próprio Freud, levantou-se a hipótese de que algumas formas de suicídio podem acontecer de forma involuntária (inconsciente), como resultado de um ato falho.

Palavras-chave


Acidente; Ato falho; Suicídio; Psicanálise.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i1.1700

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