Incidência de insuficiência renal aguda e crônica como complicações de pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva

Marcelo Lopes de Souza, William Malagutti, Francisco Sandro Menezes Rodrigues, Anderson Sena Barnabé, Luciana Francisco, Renata Nunes da Silva, Rogério Barbosa de Deus, Renato Ribeiro Nogueira Ferraz

Resumo


Introdução: A insuficiência renal aguda (IRA) ou crônica (IRC) são complicações frequentes de indivíduos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Objetivo: Quantificar nesses pacientes a incidência de IRC e IRA e das doenças de base que podem evoluir para essas condições clínicas, visando fornecer informações para a sistematização dos cuidados aos acometidos por essas disfunções, redução do tempo de internação e dos custos dos procedimentos. Método: Realizou-se avaliação prospectiva dos prontuários de pacientes admitidos na UTI, no período de 1 a 10/2/2010. Resultados: Do total de admissões, 17% evoluíram para IRC, 29% para IRA. Dos voluntários, 60% eram hipertensos, e 26%, diabéticos. Conclusão: A quantificação pontual dos motivos de admissão nas UTIs fornece informações sobre o perfil dos pacientes admitidos em cada Serviço, podendo contribuir para a criação de programas que visem reduzir os índices de morbi-mortalidade e os custos associados ao tratamento da IRA e IRC.

Palavras-chave


Emergências, Nefrologia; Insuficiência renal aguda; Insuficiência renal crônica; Unidade de terapia intensiva.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i3.2165

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