Quedas de idosos em uma clínica-escola: prevalência e fatores associados

Renata Antunes Lopes, Bárbara Santos do Amaral Carvalho, Daniela Magalhães Pereira Mourão, Maíra Gomes Dias, Natália Corradi Drumond Mitre, Guilherme Almada Morais

Resumo


Introdução: As alterações decorrentes do processo de envelhecimento tornam o idoso mais susceptível a eventos incapacitantes, dentre eles as quedas. Objetivo: Analisar a prevalência de quedas nos idosos da Clínica-Escola da Universidade de Itaúna e os fatores de risco associados. Métodos: Estudo transversal com amostra de 118 idosos com 60 anos ou mais. Foi aplicado um questionário estruturado contendo questões sociodemográficas sobre saúde, quedas e segurança doméstica. Foram utilizados análise descritiva e teste Qui-quadrado. Resultados: Houve prevalência de quedas em 27,1% da amostra, 75% dos caidores possuíam entre 60 e 75 anos, e 62% eram mulheres. Em relação ao evento queda, 72% foram acidentais, 75% ocorreram no período diurno, e 59% e 75% relataram medo de cair dentro e fora de casa, respectivamente. A iluminação inadequada foi fator de risco extrínseco estatisticamente significativo. Conclusões: Sugere-se que as quedas dos idosos estudados ocorreram, principalmente, por fatores extrínsecos, ressaltando-se a iluminação deficiente.

Palavras-chave


Fatores associados; Idoso; Prevalência; Quedas.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v9i3.2327

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