Avaliação da capacidade para o trabalho e da aptidão cardiorrespiratória de trabalhadores saudáveis

Rosimeire Simprini Padula, Luciana do Socorro da Silva Valente, Aleandra Aparecida Gonçalves Pereira, Cesira Cristina Perina de Oliveira, Milena Pelosi Rizk Sperling, Luciana Chiavegato

Resumo


Introdução: Mudanças no trabalho e maior expectativa de vida da população solicitam estudos para que se compreendam suas demandas e necessidades. Objetivo: Avaliar a percepção sobre capacidade para o trabalho e real capacidade física entre trabalhadores do setor de limpeza de uma instituição de ensino. Métodos: Utilizaram-se o Questionário Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT) e ergoespirometria. Resultados: Dos 32 indivíduos avaliados, 52,94% dos homens consideraram sua capacidade ótima, contra 6,71%, das mulheres. Entre os indivíduos de 20 e 39 anos, 43,12% avaliaram sua capacidade como ótima, contra 15,39%, entre os de 40 e 59 anos. Comparando os sexos, notou-se que as mulheres percebem sua capacidade como pior. A FC prevista e o VO2 máx obtidos foram maiores para gênero e para faixa etária. Conclusão: Ambos os gêneros apresentaram capacidade cardiorrespiratória semelhante, já a percepção da capacidade para o trabalho foi mais bem avaliada pelos homens. Os mais jovens têm melhor capacidade cardiorrespiratória e melhor percepção da capacidade para o trabalho.

Palavras-chave


Fisioterapia; Gênero e saúde; Grupos etários; Teste de esforço; Saúde do trabalhador.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i2.2502

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