Correlação entre inatividade física, polifarmácia e quedas em idosos*

Suélem Silva de Barros, Gleicy Fátima Medeiros de Souza, Érica Patrícia Borba Lira Uchôa

Resumo


Introdução: Atualmente, verifica-se que os índices de institucionalização e mortes decorrentes de quedas de idosos têm aumentado, e observa-se que sedentarismo, diminuição da capacidade funcional e polifarmácia constituem relevantes fatores de risco para essa população. Objetivo: Avaliar correlação entre prática de atividade física, utilização de medicamentos e tendência a quedas em idosos. Métodos: Realizou-se um estudo analítico transversal em Vitória de Santo Antão (PE), com 60 idosos (30 sedentários e 30 praticantes de atividade física), por meio de entrevista para notificação de informações relativas às características sociodemográficas e clínicas, além de avaliação do desempenho funcional por meio dos testes Timed up and Go (TUGT) e Berg Balance Scale (BBS). Resultados: Revelou-se que os voluntários praticantes de atividade física (p=0,029) e com melhores escores no TUGT (p<0,001) e BBS (p=0,009) foram os que nunca sofreram quedas. Conclusões: A inatividade física foi fator influenciador para ocorrência de quedas nos idosos estudados. Destaca-se o incentivo à prática de atividade física como medida preventiva para evitar quedas na terceira idade.

Palavras-chave


Acidentes por quedas; Exercício; Saúde do idoso; Uso de medicamentos.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n1.2919

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