Apoio manual na cintura escapular aumenta a coativação durante o treino de marcha de crianças com paralisia cerebral

Lilian Gerdi Kittel Ries, Elaine Carmelita Piucco, Micheli Martinello

Resumo


Introdução: Não foram encontrados estudos nos quais tenham sido examinadas diferentes estratégias terapêuticas utilizadas como recurso no treino de marcha de crianças com paralisia cerebral. Objetivos: Comparar o nível de atividade e coativação dos músculos tibial anterior e gastrocnêmio medial durante duas estratégias utilizadas no treino de marcha: uma, com uso de andador; e uma, com apoio manual na cintura escapular. Métodos: Foram analisadas cinco crianças com paralisia cerebral. O grau de espasticidade das crianças foi avaliado por meio da Escala de Espasticidade Ashworth Modificada. Os sinais mioelétricos foram analisados por meio da amplitude da atividade eletromiográfica e do índice de coativação. Resultados: Durante a marcha com apoio manual na cintura escapular, houve um significativo aumento (p<0,05) na amplitude eletromiográfica do músculo gastrocnêmio medial e no índice de coativação, comparada a marcha com a utilização do andador. Conclusões: O andador pode ser uma boa estratégia terapêutica para o treino de marcha da criança com paralisia cerebral em ambiente domiciliar.

Palavras-chave


Condutas terapêuticas; Criança; Espasticidade muscular; Paralisia cerebral.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n2.2947

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