Pressões respiratórias máximas na predição de risco pós-operatório em cirurgia cardíaca

Karilin Tereza Santiago de Oliveira, Tania Fernandes Campos, Raíssa de Oliveira Borja, Diana Amélia de Freitas, Karla Morganna Pereira Pinto de Mendonça

Resumo


Introdução: As complicações pulmonares no pós-operatório de cirurgias cardíacas podem estar relacionadas à fraqueza muscular respiratória. Objetivos: Avaliar se os valores para as pressões respiratórias máximas podem ser preditores de complicação pulmonar pós-operatória e/ou maior permanência hospitalar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Métodos: Quatorze pacientes submetidos à cirurgia cardíaca foram avaliados no pré-operatório e divididos em dois grupos, A (pacientes com pressões respiratórias máximas ˂ 75% do predito) e B (pacientes com pressões respiratórias máximas ≥ a 75% do predito). Resultados: O grupo B apresentou um número menor de dias de internação hospitalar (p= 0,03). Verificaram-se 20% de incidência de complicação pulmonar no grupo A. Conclusões: Não foi possível inferir, na amostra avaliada, que a força muscular respiratória foi preditora de complicação pós-operatória. Entretanto, os pacientes com fraqueza muscular respiratória, diagnosticada previamente à cirurgia cardíaca, tenderam a permanecer internados por um período de tempo mais prolongado.

Palavras-chave


pós-operatórias; Músculos respiratórios.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v11n1.3250

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