Pressão inspiratória nasal e hiperinsuflação pulmonar estática em indivíduos com DPOC

Leila Donária, Mônica Yosino Leão Carvalho, Rafael Mesquita, Larissa Martinez, Mayara Manzoni Marques da Silva, Laís Regina Garcia Ribeiro, Josiane Marques Felcar, Nidia Aparecida Hernandes, Fabio Pitta, Vanessa Suziane Probst

Resumo


Introdução: A pressão inspiratória nasal – Sniff Nasal Inspiratory Pressure (SNIP) – e a hiperinsuflação pulmonar estática são preditores independentes de mortalidade da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Contudo, a relação entre essas variáveis é desconhecida. Objetivo: Verificar a relação entre pressão inspiratória nasal e hiperinsuflação pulmonar estática em indivíduos com DPOC. Métodos: Dezenove indivíduos com DPOC (11 homens, 68±7 anos, Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo (VEF1) 37±14% previsto) tiveram suas medidas de Capacidade Inspiratória (CI) e SNIP quantificadas por meio de espirometria e da medida da pressão inspiratória nasal, respectivamente. Resultados: Observou-se correlação significante entre a CI (litros) e a SNIP (% previsto) (r=0,53; P=0,02). Entretanto, não houve diferença na comparação da SNIP entre sujeitos com CI < e ≥ 80% previsto (P>0,05). Conclusão: Correlação moderada foi verificada entre a pressão inspiratória nasal e a hiperinsuflação pulmonar estática na DPOC. Estudos com maiores amostras são desejáveis para confirmar esses resultados.

Palavras-chave


Capacidade inspiratória; Doença pulmonar obstrutiva crônica; Força muscular; Testes de função respiratória.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v13n1.4461

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