Impacto da atuação da fisioterapia respiratória no setor de emergência pediátrica

Danila V. B. Cano, Ivoneide P. O. Tozzo, Daniella Zapella, Silvany B. Lima, Valéria Mardegam, Evelim L. F. D. Gomes

Resumo


Objetivo: Avaliar o impacto da fisioterapia respiratória (FR) em crianças internadas na unidade de Pronto Socorro Infantil (PSI). Métodos: Realizou-se estudo prospectivo observacional com 153 crianças, de 0 a 12 anos de idade, todas com doenças respiratórias e sem antecedentes crônicos, internadas no PSI. Para tanto, elas foram separadas em dois grupos. No grupo A, foram incluídas as submetidas à FR (n=93), e no grupo B, aquelas que não tiveram atendimento de FR (n=60). Resultados: Não houve diferenças quanto às características dos grupos. No GA, houve utilização de CPAP em 28,8% das crianças. A média de idade foi 18,96±30,13 no GA; e 26,03±32,93 meses, no GB. O tempo de internação foi 2,85±1,81 no GA; e de 4,29 ±1,79 dias, no GB (p= 0,0001). O GA teve 15,56% de alta nas primeiras 24 horas, e o GB de 0%, e ocorreram no GA 21,2% de transferência para a enfermaria versus 81,54% no GB. Conclusão: A fisioterapia parece ter contribuído com um maior percentual de altas nas primeiras 24 horas de hospitalização em uma amostra de crianças sem antecedentes crônicos que apresentavam problemas respiratórios e também pode ter reduzido os dias de internação dessa população infantil analisada.

Palavras-chave


Doenças respiratórias; Fisioterapia (Técnicas); Pediatria; Serviços médicos de emergência.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v14n1.5153

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