Intensidade do treinamento durante a reabilitação física para hemiparéticos pós-acidente vascular encefálico e estresse cardiorrespiratório: uma revisão

Janaine Cunha Polese, Giselle Silva e Faria, Thaianne Cavalcante Sérvio, Alexandra Farrapo de Souza, Aline Alvim Scianni, Luci Fuscaldi Teixeira-Salmela

Resumo


Introdução: A reabilitação física deveria ser realizada em intensidades capazes de promover estresse cardiorrespiratório adequado para minimizar o descondicionamento apresentado por indivíduos após Acidente Vascular Encefálico (AVE). Objetivo: Revisar a literatura acerca da intensidade das sessões de reabilitação física capazes de proporcionar estresse cardiorrespiratório em indivíduos pós-AVE. Métodos: Selecionaram-se estudos em que se avaliou o estresse cardiorrespiratório por meio da frequência cardíaca-alvo de indivíduos pós-AVE. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados Medline, SciELO, Embase e PEDro. Resultados: Foram encontrados três trabalhos transversais, e um longitudinal, com a amostra total de 78 hemiparéticos pós-AVE, totalizando 267 atendimentos. Em nenhuma das pesquisas a intensidade das sessões foi capaz de proporcionar estresse cardiorrespiratório adequado. A atividade com maior estresse cardiorrespiratório foi a de marcha. Conclusões: A intensidade do exercício durante a reabilitação física não foi capaz de provocar efeitos cardiorrespiratórios adequados em indivíduos pós-AVE.

Palavras-chave


Acidente Vascular Encefálico; Condicionamento físico humano; Fisioterapia.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v14n3.5595

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