Atividade física não supervisionada no manejo de disfunções cardiometabólicas: uma revisão de literatura

Ariane Viana, Mário Cesar Nascimento, Kátia De Angelis

Resumo


Introdução: Programas de atividade física (AF) não supervisionada pode ser uma alternativa complementar na reabilitação. Objetivo: Revisar estudos que investigaram a efetividade de programas de AF não supervisionada em indivíduos com fatores predisponentes à síndrome metabólica (SM). Métodos: Revisão de literatura em indexadores (Medline e Pubmed), com os termos: atividade física, não supervisionada, obesidade, diabetes, hipertensão e SM. Foram incluídos 22 artigos publicados entre 2003 e 2016. Resultados: Os programas de AF não supervisionada para adultos ou idosos na maioria das vezes orientavam para a prática de AF aeróbia, com frequência de 3-5x/semana ou por mais de >150 min/semana, tendo duração de 6-12 meses, evidenciando desistência normalmente entre 14 e 35% e benefícios metabólicos, antropométricos e/ou hemodinâmicos em obesos, diabéticos, hipertensos ou portadores de SM. Conclusão: A AF não supervisionada pode representar mais uma estratégia para auxiliar no manejo de disfunções e para aumentar a aderência a um estilo de vida fisicamente ativo em populações com risco cardiometabólico.

Palavras-chave


Atividade Física; Obesidade; Diabetes Mellitus; Hipertensão Arterial; Síndrome X Metabólica.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v15n3.6351

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2016 ConScientiae Saúde

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Conscientiae Saúde
ISSN: 1677-1028
e-ISSN: 1983-9324
www.conscientiaesaude.org.br

Conscientiae Saúde ©2020 Todos os direitos reservados.