Prevalência de agravos ortopédicos e de suas causas em uma população da região central da cidade de São Paulo

Márcia Adriana Bolonine Hurba, Rogério Barbosa de Deus, Anderson Sena Barnabé, Rafaela Sanches de Oliveira, Renato Ribeiro Nogueira Ferraz

Resumo


Os agravos ortopédicos tornam o indivíduo vulnerável em diversos aspectos, causando perda da mobilidade, da privacidade e do autocuidado, gerando afastamento do trabalho, da vida social, e alterando a imagem corporal. Para melhor entender esse universo, traçamos o perfil de pacientes atendidos por um setor especializado nesse tipo de agravo. 83 pacientes (46±17 anos) foram avaliados por meio de entrevista com participação voluntária. As fraturas corresponderam à maior parcela dos agravos nos pacientes entre 50 e 70 anos, com predomínio em mulheres. A obesidade foi um fator marcante, revelando um IMC médio de 27,7 kg/mg2 entre os atendidos. Concluímos que envelhecimento, obesidade, sedentarismo e agravos ocupacionais predispõem a um maior número de encaminhamentos à ortopedia. Denota-se a necessidade de intervenção com medidas preventivas e educativas, influenciando mudanças de estilo de vida e adoção de atividades físicas, que promovam melhor qualidade de vida e proporcionem alívio coadjuvante à terapia medicamentosa, minimizando comorbidades.

Palavras-chave


Agravos ortopédicos; Demanda de atendimento; IMC; Sedentarismo.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v8i2.1491

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