Avaliação da qualidade de vida dos pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital de Teresina – PI

João Batista Raposo Mazullo Filho, Joselma Maria Oliveira Silva, Antônio Herculano Sousa Tavares, Gilvânia Melo da Rocha

Resumo


Introdução: O aumento da expectativa de vida deve-se ao desenvolvimento da medicina e aos recursos disponíveis nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Entretanto, muitos pacientes, recuperados da doença de base, permanecem com sequelas e alterações negativas na sua qualidade de vida (QV). Objetivos: Avaliar a QV durante a admissão na UTI e compará-la dois meses após alta. Métodos: Realizou-se um estudo longitudinal descritivo e observacional com 33 pacientes internados na UTI, maiores de 18 anos, de ambos os sexos. Aplicou-se o questionário de QV SF-36 durante as primeiras 24 horas de internação na UTI, e dois meses após alta. Analisaram-se os escores usando o programa SPSS®, versão 17.0 e o teste de confiabilidade “t” de Student, com p<0,05. Resultados: A reavaliação, quando comparada com valores da admissão, apresentou valores menores em sete dos escores do SF-36. Conclusão: A internação na UTI causou impacto significativo sobre a QV dos pacientes sobreviventes.

Palavras-chave


Impacto da Doença na Qualidade de Vida; Qualidade de vida; Unidade de Terapia Intensiva.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i4.2542

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