Doação voluntária de medula óssea: comparação entre não doadores e doadores cadastrados

Camila da Costa Parentoni, Cinara de Cássia Brandão de Mattos, Nelson Iguimar Valério, Otavio Ricci Junior, Luiz Carlos de Mattos

Resumo


Introdução: Há pacientes com indicação de transplante de medula óssea que não possuem doadores compatíveis na família e dependem de doadores voluntários. Objetivo: Comparar os perfis de não doadores e de doadores voluntários de medula óssea cadastrados no Redome. Métodos: Selecionaram-se 180 indivíduos, de ambos os sexos, sendo 80 não doadores (grupo I), e 100, doadores (grupo II). Resultados: Etnia, sexo, estado civil e opção religiosa não diferiram entre os grupos, porém média de idade (p=0,001) e número de filhos (p=0,02) foram foi maior no grupo I. O grupo II apresentou maior nível de escolaridade (p=0,04) e boa condição de saúde (p=0,004). Solidariedade e campanhas de divulgação foram apontadas como fatores favoráveis ao cadastramento. Conclusão: Conclui-se que escolaridade e acesso a informações são fundamentais para a tomada de decisão do indivíduo quanto a cadastrar-se como doador voluntário de medula óssea.

Palavras-chave


Doadores de órgãos; Doadores vivos; Medula óssea; Seleção do doador; Transplante de medula óssea.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i3.2719

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