Correlação entre capacidade funcional e qualidade de vida em idosas hipertensas submetidas a treinamento resistido

Juliana Fernandes de Souza, Ivan Daniel Bezerra Nogueira, Murillo Jales Lins de Lira, Eline Cunha Silva, Gardênia Maria Holanda Ferreira, Patrícia Angélica de Miranda Silva Nogueira

Resumo


Introdução: A hipertensão arterial sistêmica exerce influência na dependência funcional e qualidade de vida dos idosos, sendo a distância percorrida no teste da caminhada de 6 minutos preconizada como alternativa para avaliação da capacidade funcional desses indivíduos. Objetivo: Correlacionar a capacidade funcional com a qualidade de vida de pacientes idosas antes e após a execução de programa de treinamento resistido (TR). Métodos: Foram avaliadas 15 idosas, com hipertensão controlada. O treinamento foi realizado durante um período de oito semanas. A qualidade de vida foi avaliada por meio do questionário SF-36. Resultados: Foram elegíveis 10 idosas hipertensas (70,7 ± 7,4 anos). Observou-se correlação positiva moderada entre a distância percorrida e os domínios do questionário SF-36 antes e após treinamento, respectivamente: capacidade funcional (r=0,6), limitação por aspectos físicos (r=0,5) e vitalidade, (r=0,5). Conclusão: Houve associação entre a distância percorrida no TC6M e aqueles domínios do SF-36 que expressam a capacidade funcional.

Palavras-chave


Envelhecimento; Exercício; Hipertensão; Qualidade de vida.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v10i2.2813

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