Divergências nos tratamentos cirúrgico e conservador de fraturas de côndilo mandibular na literatura

Mércio Mitsuo Kuramochi, Fábio Roberto Nosé, Patrícia de Fátima Leite Fogaça

Resumo


O tratamento de fraturas condilares é um dos assuntos mais controversos na área da traumatologia maxilofacial. Este artigo realiza revisão da literatura, que descreve dois tipos de tratamento para esses casos: o conservador e o cirúrgico. A terapia conservadora, associada à fisioterapia, pode levar a bons resultados funcionais e estéticos, diminuindo os inconvenientes de um procedimento cirúrgico, como as cicatrizes na face e a neuropraxia do nervo facial. Entretanto, recomenda-se a cirurgia se, depois de o paciente ter sido submetido ao tratamento conservador, houver o deslocamento do processo condilar para fora da fossa glenóide em decorrência da presença de corpos estranhos na região condilar, ou a impossibilidade de uma boa oclusão. Apesar das dificuldades técnicas, um bom conhecimento anatômico da região e um procedimento cirúrgico cauteloso devem minimizar possíveis complicações e produzir ótimos resultados.

Palavras-chave


Fraturas de côndilo. Tratamentos conservadores. Trauma.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v5i1.429

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