Avaliação da dor em recém-nascidos durante aplicação da técnica de aumento do fluxo expiratório

Elaine Cristiane de Moura Sousa, Glaciele Nascimento Xavier

Resumo


Introdução: A inabilidade do recém-nascido em relatar verbalmente dor e as consequências causadas pela sua repetida exposição a uma condição dolorosa coloca em evidência a necessidade de os profissionais atentarem para a importância da sua avaliação. Objetivo: Analisar presença ou ausência de dor quando realizada manobra de aceleração do fluxo expiratório em recém-nascidos. Métodos: Avaliaram-se 70 RN, com a aplicação da escala NIPS, que utiliza parâmetros fisiológicos e comportamentais em três momentos distintos – antes, durante e cinco minutos após manobra de AFE. O valor considerado dor obteve escore acima de três pontos. Resultados: Houve diferença estatisticamente significativa do escore de dor, quando comparados os momentos pré-intervenção e durante intervenção com a manobra de AFE (p<0,005). Não foi encontrada significância estatística, comparando-se os períodos pré e pós-intervenções (p=0,11). Conclusão: Nos RN estudados, a técnica da NIPS não causou dor e mostrou-se uma ferramenta útil para auxiliar os atendimentos fisioterapêuticos.

Palavras-chave


Pico do fluxo expiratório; Recém-nascido; Terapia respiratória.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v12n3.4367

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