Associação entre variáveis antropométricas e o tratamento para o câncer de mama

Ana Cláudia Dias Sousa Figueiredo, Lívia Fabiana Saço, Vinicius Oliveira Damasceno, Roberta Nogueira Furtado Ferreira, Eliana Lúcia Ferreira

Resumo


Introdução: O tratamento do câncer de mama pode provocar variação da massa corporal e das variáveis antropométricas, que podem estar associadas a pior prognóstico. Objetivo: Verificar a associação entre variáveis antropométricas e tratamento adjuvante para câncer de mama. Métodos: Realizou-se estudo transversal com 65 pacientes diagnosticadas com câncer de mama, em que a avaliação antropométrica no período pós-tratamento foi comparada com medidas do pré-tratamento contidas nos prontuários. Resultados. Constatou-se prevalência de pré-obesas (43,0%) e obesas (37,0%) nas participantes. Não foi observada variação significativa no IMC pré- e pós-tratamento (p=0,328). Na variação individual do peso no pré-/pós-tratamento, 64,62% ganharam peso e, destes, ocorreu variação superior a 10% do peso inicial em 26,15%, e em 16,92% houve um decréscimo acima de 10% do peso inicial. Conclusões. O tratamento não interferiu nas variáveis antropométricas do grupo, mantiveram-se pré-obesas e obesas durante a terapia, situação associada a pior prognóstico e risco para doenças cardiovasculares.

Palavras-chave


Composição corporal; Neoplasias da mama; Obesidade abdominal; Prognóstico.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v13n1.4783

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