Utilização do esparadrapo para bandagem de tornozelo e sua influência na economia de corrida

Alberito Rodrigo de Carvalho, Alex de Oliveira Fagundes, Maribel Schmitt Fontoura, Onécimo Ubiratã M. Melo, Eduardo Olsson Remião, Marcus Peikriszwili Tartaruga, Leonardo Alexandre Peyré-Tartaruga

Resumo


Objetivo: Verificar o efeito da bandagem, por meio de esparadrapo (esparadrapagem), para estabilização da inversão do tornozelo, na economia de corrida, determinada pelo custo de transporte (CT). Métodos: Dez corredores de 10 km com velocidade média de prova entre 13,5 e 15 km.h-1 realizaram os seguintes procedimentos: (1) Mensuração do consumo de oxigênio em repouso ortostático (VO2orto) por seis minutos; (2) três baterias de cinco minutos de corrida a 14 km.h-1 para determinação do VO2teste: sem esparadrapagem (SE); esparadrapagem em um tornozelo (E1T); e esparadrapagem nos dois tornozelos (E2T). O CT foi determinado segundo equação proposta na literatura. Resultados: Não houve diferenças no CT entre as baterias: SE (3,5  0,2), E1T (3,6  0,2) e E2T (3,6  0,2) ANOVA medidas repetidas F(2;18) = 2,866; p=0,083. Conclusão: A esparadrapagem não influenciou a economia de corrida de atletas amadores de provas de longas distâncias.

Palavras-chave


Modalidades de Fisioterapia; Função; Corrida; Consumo de Oxigênio; Custo Metabólico.

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DOI: https://doi.org/10.5585/conssaude.v14n4.5721

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